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quinta-feira, 8 de janeiro de 2015

[Lista] 5 Filmes com robôs adoráveis para assistir e se apaixonar

Deus sabe que eu nunca fui muito de fazer listas, ou qualquer outra coisa, aqui no blog que não fosse falar das minhas alegrias, minhas decepções, ou coisas relacionadas ao meu emocional ou experiência de vida. Mas essa semana eu fui ver Big Hero 6 (ou: Operação Big Hero, como consta nos cinemas) com o namorado e depois de esvaziar todo meu duto lacrimal com o filme - e o curta animado antes dele -, me apaixonar pelo filme e pelo robô protagonista, eu estava em casa hoje mofando na frente da TV (coisas que só o desemprego pode proporcionar) quando parei pra ver um filme com um robô igualmente adorável... De onde eu tirei a idéia pra essa lista. Entre animações e filmes com pessoas de verdade (e muito CG), eu elegi cinco filmes com robôs fofinhos e engraçados para assistir e se apaixonar.

5. Robôs 
(2005, 20th Century Fox/Blue Sky Studios)

O nome por si só já entrega toda a proposta da lista e do filme. Robôs é uma animação de comédia que conta a história de Rodney, um robô de uma família humilde de uma pequena cidade no interior, que sempre sofreu com peças de segunda mão - que na maioria das vezes nem eram pro modelo dele - e resolve perseguir se sonho de trabalhar com o Grande Soldador, um inventor da cidade grande. Apenas para descobrir que a empresa de seu ídolo foi tomada por um robô de última geração que quer mandar todos os robôs "ultrapassados" como ele para o lixão. Rodney se junta com seus novos amigos para se opor à "ditadura" dos modelos novos e se mete em muita encrenca e, pior ainda, no balacobaco.


4. Gigante de Ferro
(1999, Warner Bros.Animation)

Essa animação 2D se passa nos Estados Unidos, no pico da Guerra Fria, quando um garotinho de mãe viúva encontra um gigante robô de ferro - que mais tarde ele descobre ter vindo de outro planeta - e acaba fazendo amizade com a criatura, lutando para defende-lo contra os militares que tentam a todo custo destruí-lo e ainda por cima provar que o "pequeno gigante" tem um bom coração e não quer o mal nem a destruição de nada ou ninguém. Pode ser doidera minha, mas o que eu mais gosto nesse filme é o tapinha na cara que ele dá na sociedade com essa mania de destruir tudo o que não conhece por medo de ser maior, melhor e mais perigoso para a gente do que vice-versa.


3. Gigantes de Aço
(2011, Dreamworks)

Gigantes de Aço foi, juntamente com Big Hero 6, o motivo dessa lista. porque não tem como não se apaixonar por Atom: um robô pequeno projetado apenas para treinar robôs maiores e mais fortes que ele quando a luta entre os "gigantes de aço" começou. Passando num cenário futurista, conta a história de Charlie Kenton, um ex-boxeador frustrado, decide ajudar seu filho a desenterrar o pequeno Atom e transformá-lo num lutador de boxe - uma vez que o esporte foi dominado por máquinas cada vez mais tecnológicas -, Atom se prova muito mais do que um simples robô de treinamento ultrapassado e é também uma ponte para que Charlie e seu filho se aproximem e desenvolvam sua relação de pai e filho.


2. Wall-E
(2008, Pixar)

Waaaaaaall-E. Muita gente já assistiu, se apaixonou e se emocionou com o pequeno robô "lixeiro" que foi deixado na Terra para limpar todo o lixo e a bagunça que nós humanos fizemos com nosso planeta, e cuja vida mudou depois que Eva a robô top de linha desceu à terrinha para procurar qualquer sinal de que era seguro para a humanidade voltar a viver no planeta. A interação desses dois robôzinhos deixa qualquer um com coração derretido e gente... Mesmo sem saber articular uma frase, não é fofa a voz robótica do Wall-E?


1. Big Hero 6
(2014, Walt Disney)

Sinopse: "Hiro Hamada é um gênio da robótica, que aprende a utilizar sua genialidade graças a seu brilhante irmão Tadashi. Depois de estranhos acontecimentos que atingem a cidade de San Fransokyo, Hiro se une aos seus melhores amigos: o robô Baymax, a veloz GoGo Tomago, o obcecado por organização Wasabi, a especialista em química Honey Lemon e o fã de quadrinhos Fred. Determinados a solucionar o mistério e com ajuda da tecnologia eles iniciam os treinamentos para se tornarem os novos heróis da cidade. Inspirado na série de quadrinhos da Marvel" (fonte: Wikipedia)

Baymax é um "agente pessoal de saúde" criado para cuidar de todas as pessoas na cidade fictícia de San Fransokyo (o mix cultural de San Fransico com Tokyo), que vira um super herói quando fica sob a tutela do protagonista Hiro Hamada. Eu não posso falar do filme sem dar spoilers que arruinariam tudo, mas fica aí a dica! Se a parceria entre a Disney e a Marvel seguir os padrões de Big Hero 6, então essa provavelmente terá sido a melhor idéia do século!

(Na escala de 1 a 10, qual é o nível da sua dor?)




quarta-feira, 17 de dezembro de 2014

e fim.

Vim aqui compartilhar com vocês que finalmente deletei o Desconexa Sensação, depois de um ano e meio desativado, 211 posts e uma caralhada (desculpa) de acessos, eu deletei. E não doeu, não me senti mal nem traindo minhas versões anteriores. Só deletei.

Deletei porque esses dias eu peguei aquele blog pra ler desde as primeiras postagens, desde as primeiras crises, desde as primeiras decepções amorosas, desde o primeiro emprego, o primeiro salário e tantas primeiras coisas que eu já nem lembro mais. Deletei porque muita coisa que eu escrevi ali pra mim já não vale mais, deletei porque toda a dor que eu senti já não existe mais - graças a Deus -, nem o amor que eu achei que senti. Deletei todas essas coisas "ruins", porém necessárias e acabei deletando junto as coisas boas, os memes da máfia, os relatos do primeiro encontrão, alguns dos meus melhores contos e crônicas (mesmo eu sendo muito mais uma criança na época e nem sabendo escrever direito), meus sonhos, meus medos. Puff. Viraram pózinho virtual. Desapeguei. Assim como enquanto eu escrevo isso pensei seriamente em deletar esse endereço e começar tudo de novo, é loucura né? Mas pensei e to pensando mesmo, de verdade. Porque a graça da vida é a gente mudar, é a gente ser essa metamorfose ambulante e as vezes por mais que a gente mude tem coisas que não mudam com a gente, porque a gente sempre deixa um pouquinho da gente nos lugares, nas coisas e as vezes quando a gente muda não dá pra mudar o pouquinho que a gente já deixou por um pouquinho novo. Ou será que dá? Felizmente ou não eu sempre fui muito inconstante, sempre mudando (ou fugindo) quando não me identifico mais com alguma coisa ou com alguém, pra mim é muito fácil mudar, abandonar alguma coisa e começar outra do zero. É mais fácil, mais prático e ainda assim nem sempre é certo.

Fazendo uma analogia meio capenga, tem um filme da Hilary Duff que eu amo de paixão chamado The Perfect Man (ou Paixão de Aluguel traduzido), no qual nossa diva teen vive uma adolescente cuja mãe solteira vive procurando um homem perfeito e a cada decepção elas mudam de cidade, de estado, de vida... Cansada das mudanças Holy (personagem da Hilary Duff) cria um namorado virtual para mãe, até que ela própria sofre uma "decepção" amorosa e ela que quer se mudar. Acho que em partes eu sou a mãe da Holy, sempre à procura de alguma coisa nova e quando me "decepciono" (por falta de palavra melhor) eu mudo. Fiz isso com meu ex, cansei de fazer isso com as minhas amizades... Tai uma resolução pra 2015, insistir mais em tudo. Começando aqui pelo blog, porque uma hora a gente também cansa de começar tudo de novo.